Dicas de viagem: Egito

Então você está planejando uma viagem ao Egito? Viajar é mesmo bom demais! Mas é claro que sempre involve uma certa pesquisa, ainda mais se for para um lugar tão diferente quanto este! É por isso que vamos te dar algumas dicas de viagem: Egito que você deve pensar e/ou levar em consideração.

1) Vestimenta

A vestimenta é a primeira ‘dica de viagem: Egito’. O Egito é um país majoritariamente muçulmano e as pessoas se vestem com modéstia, mesmo os cristãos ortodoxos. Então, aconselhamos que você tome algumas precauções. No caso das mulheres, evite minissaia, shorts ou tops. O Egito é muito diversificado, e a capital Cairo também: há bairros mais tradicionais que outros; se você estiver em El Haram, perto das pirâmides, por exemplo, encontrará pessoas mais conservadoras. Se estiver hospedado ou andando pelas ruas de Zamalek, um bairro conhecido pelo grande número de residentes estrangeiros, embaixadas e hotéis, usar uma blusa regata ou uma saia até o joelho não vai ser um problema. No fim das contas, o que prevalece é o bom-senso. Uma dica para mulheres: tenha sempre um lenço consigo, porque você pode jogá-lo pelos ombros, cobrir os cabelos ao visitar uma mesquita ou os braços. É muito útil.

Para os homens, é mais fácil. Usar shorts está liberado, mas evite blusas regatas. Em relação ao sapato para ambos, você fique à vontade para usar o que preferir, mas como sugestão, prefira os sapatos fechados e confortáveis. Por quê? Bem, o Egito tem deserto pra todo o lado e o ar do Cairo não está entre os mais puros. A fim de evitar o pó fino no peito do seu pé, sapatos fechados são uma boa opção.

2) Gorjetas

A segunda ‘dica de viagem: Egito’ são gorjetas. Nem todos os países do mundo são acostumados com gorjetas. No Brasil, por exemplo, as gorjetas existem, mas se comparado ao Egito, as terras tupiniquins estão num nível médio a baixo. O Egito é movido a gorjetas em vários sentidos. Calma, vamos explicar: a moeda egípcia (libra egípcia) é extremamente desvalorizada. Inclusive, ao ir a um restaurante, você vai notar que além do preço pago pelo o que consumiu, vai pagar ainda uma taxa imposta pelo governo que geralmente pode chegar a 25% do valor total da sua consumação. Por esse e outros motivos, a gorjeta se tornou um hábito comum e esperado. Quando dar gorjetas? Em restaurantes, ao lobby boy no hotel ou qualquer outra pessoa carregando qualquer item para você ou prestando serviços em geral. Quanto de gorjeta você deve dar? Isso realmente depende do serviço; para aqueles cotidianos, como restaurante, de EGP10 a EGP20 são mais que suficientes (cerca de R$2 a R$4),também dependendo do restaurante que você frequentar – para lugares mais sofisticados, as pessoas tendem a deixar gorjetas maiores.

3) Prefira dinheiro a cartão

Dito o tópico acima, a terceira ‘dica de viagem: Egito’ vem como complemento. Não é que você não possa usar cartões, ainda mais se for comprar algo realmente caro, mas é porque simplesmente a cédula é mais usada e é importante que você sempre tenha algum dinheiro físico com você; os quiosques na rua ou os táxis (prefira o uber ainda assim) não aceitam cartão, assim como alguns pontos turísticos. Portanto, por via das dúvidas, tenha dinheiro físico consigo. Ah! Importante também mencionar que troco é um problema no Egito, então se por exemplo você comprar algo e precisar de troco pequeno, como EGP2 ou EGP3, muitas vezes o estabelecimento não vai ter, e se for então centavos, esqueça – de novo, outro exemplo de como as gorjetas estão inseridas nessa sociedade.

4) Pechinche

A quarta ‘dica de viagem: Egito’ é mais uma dica financeira, porém, importante. Como já explicado acima, o Egito enfrenta uma grande desvalorização da sua moeda. Se fora isso já é normal cobrar mais de turistas, com esse fator espere às vezes um certo absurdo em relação a preços. Se você quiser comprar algo que não tem preço, nunca aceite o primeiro preço que te oferecerem. Não é regra, mas geralmente o valor real vai ser 1/3 do que está sendo pedido. Na dúvida, pergunte ao seu guia ou a alguém de confiança que tenha conhecimento do local. E não se sinta acanhado em pechinchar; muitos estabelecimentos esperam que você faça isso, ainda mais no mercado Khan el Khalili. É algo que faz tanto parte da cultura quanto da “diversão”.

5) Use aplicativos de transporte para se locomover

Existem milhares de táxis no Cairo, e você vai descobrir que não é difícil conseguir um, pois eles passam buzinando a toda a hora, um comportamento que pode ser às vezes incômodo para turistas em geral e brasileiros, já que no Brasil faz-se um sinal com a mão para informar que se quer um táxi. Competindo com os táxis estão Uber e Careem (mesmo que o Uber, só que local; ambos oferecem serviços de micro-ônibus também). Em termos de preço, os aplicativos não são necessariamente mais ou menos vantajosos, mas ao menos você vê o que está pagando, enquanto que com os táxis comuns, os motoristas não seguem GPS, muitas vezes não ligam o taxímetro (alegam que está quebrado) ou este está adulterado. Outro ponto é o conforto. Ar-condicionado? Básico em qualquer táxi no Brasil, mas se você encontrar um no Cairo que esteja ligado, considere-se sortudo. E também não estranhe se o motorista no táxi estiver com o som nas alturas ou fumando. Claro, você pode sempre pedir para diminuí-lo ou não fumar, mas o ponto aqui é que o que é óbvio no Brasil não é óbvio no Egito, portanto, pedir um carro por aplicativo acaba se tornando mais conveniente para evitar esses transtornos ao máximo. Se você reservar algum de nossos pacotes, possivelmente não precisará se preocupar com este item, pois terá o seu motorista, mas de repente você quer sair sozinho ou aproveitar o tempo livre, então bom saber.

 

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